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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Condenada a 11 anos por sexo com aluno, professora cumpre apenas 4 meses por ter hipersexualidade


    
              Caso ocorrido em março de 2012 nos EUA foi descoberto pela direção da escola

Condenada a uma sentença de 11 anos por fazer sexo com um dos seus alunos, uma professora de 33 anos cumpriu apenas quatro meses da sentença. A justificativa é que Kathleen Cawthorne foi diagnosticada com bipolaridade e hipersexualidade.

Kathleen era professora da William Campbell Combined School, em Rutsburg, na Virginia. Em março do ano passado, ela levou um adolescente, de 17 anos, para o campo onde fizeram sexo. Depois disso, ambos trocaram fotos íntimas. O caso foi descoberto pela direção da escola e Kathleen foi presa.

Segundo informações do jornal britânico Daily Mail, mesmo com o pedido do Ministério Público ter exigido que ela cumprisse pelo menos um ano de sentença, Kathleen conseguiu a redução da pena depois que apresentou um pedido de desculpas por suas ações e recebeu clemência do juiz. O próprio marido da professora afirmou que estava ao lado dela quando Kathleen pediu desculpas por ter transado com o aluno.

De acordo com um tribunal da Virgínia, a professora foi diagnosticada com bipolaridade e hipersexualidade, ou um aumento repentino nos impulsos sexuais.Após tentar seduzir aluno de 15 anos, professora é proibida de dar aulas na Inglaterra.
Na audiência de sentença, Rick McGee, um pastor da igreja batista de Hyland Heights, declarou que Kathleen é membro da igreja e que havia expressado "extremo remorso" pelo que havia feito.
Segundo o pastor, a professora aceitou a responsabilidade pelo que fez. Ele disse ainda que a igreja continuaria a dar suporte à Kathleen no trabalho de recuperação.

A procuradora Brooke Willse-Gaddy disse que quando os crimes foram cometidos, a professora tinha 32 anos, quase o dobro da idade do adolescente. Ela defendeu que a Kathleen violou a confiança que a comunidade tem nos professores e pediu ao juiz que desse a ela pelo menos um ano de prisão.

Para o advogado de defesa da professora, ser registrado como um agressor sexual atualmente é o mesmo que ser visto como um leproso na antiguidade.

Antes mesmo de o juiz John T Cook ordenar que Kathleen cumprisse quatro meses de prisão, ela pediu desculpas ao adolescente e à família dele. Ela disse ainda que pediu desculpas também ao diretor da escola onde trabalhava.

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